Sexta-Feira, 18 de Fevereiro de 2011

Brava sobrevivência da sétima arte


Hoje vamos falar de cinema. Não dos astros – para as mulheres – como Gary Grant, Clark Gabel, Tyrone Power, Henri Fonda ou Glenn Ford, nem das fascinantes, para os homens, Gina Lolobrígida, Elizebeth Taylor, Sofia Loren, Silvama Mangano, Lana Turner, Normal Benguel, uma paixão, Bibi Ferreira e outras às quais minha memória – e espaço – geneflexamente pede desculpas. Talvez falte a sua preferida mas pensei muito e reconheci ser impossível uma lista completa. Que, por certo, não é meu objetivo.

O cinema tem sofrido grande concorrência. Novas atrações estão aparecendo e algumas que jamais imaginamos aparecerão.

Grande parte da maior parte das salas de cinema não chegou ao século XX aqui e, por igual, no resto do mundo. Só a inflação do mercado imobiliário derrubou cinemas para levantar altos prédios. Em nossa Curitiba desapareceram que me vem na lembrança: Cine América, Odeon, Palácio, Broadway, Avenida, Ópera, Lido, Curitiba, Vitória, Astor, Ritz, Condor, Arlequim e alguns outros.

Quantos meses ou anos ainda sobreviverá o cinema ou será imortal. Já sobreviveu à televisão que ao aparecer, levando filmes à sua casa de graça, devido à publicidade da qual por vezes reclamanos, o que diferencia nossa tv de outras nações. As salas de cinema estão se concentrando em shoppings, o principal local de lazer dos dias atuais. O que sei é que o cinema ainda fascina – veja a convulsão que causa o Oscar – é que esta é a sétima arte. Gostaria de estar vivo para conhecer a oitava, nova e futuras artes.







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