Quarta-Feira, 22 de Setembro de 2010

Vou de táxi?!


É verdade, minha mordomia não é completa. Quando minha querida Rose Marie não pode se transformar em minha competente motorista... vou de táxi, no estilo daquela música que fez sucesso no passado.
E por usar táxi acabei tomando conhecimento de alguns assuntos relevantes e dos quais nunca havia falado e, não posse esse episódio, permaneceria olvidado no negrume da escuridão.

Fiquei sabendo, “verbi gratia”, que Curitiba tem 2.400 táxis. Sim, apenas 2.400 táxis, o mesmo número existente há aproximadamente trinta anos quando a cidade ia do Juvevê até o Bate... mais ou menos.

Basta comparar a população de Curitiba atual com a de três décadas atrás.

Normalmente a frota consegue, com esforço e inevitáveis falhas, dar conta do recado. Mas quando chove... sai de baixo. Não esqueça o guarda-chuva pois táxi só encontrará por milagre.

Minha ignorância ia mais longe. Não sabia que para trabalhar com táxi havia necessidade de uma licença especial e que essa licença custa uma nota: segundo me contaram quase R$ 150 mil. Se se encontrar alguém disposto a vendê-la o que, atualmente é raridade.

Quer saber mais? Pois tome conhecimento de que qualquer interessado em manter táxi no Aeroporto Afonso Pena vai ter que começar cm um cheque de 600 mil reais, necessitando aumentar esse valor até encontrar alguém com problemas financeiros imediatos que se disponha a fazer negócio.

Deixo de me aprofundar no assunto uma vez que não estou bem informado sobre como funciona essa área, quem regulariza, quem manda, quem desmanda.

P.S.- O que sei é que as cidades que servem bem aos seus visitantes, no Brasil e alhures, tudo fazem para que eles não percam tempo, fiquem nervosos a ponto de reclamar (Nunca mai volto a essa cidade!), regressando com sentimento de antipatia com a nossa Cidade Sorriso. E o táxi é o primeiro cartão de visita que o turista recebe.







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